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Ter boas notas. Ter sucesso. Ter uma profissão com futuro. Ter um futuro. Tudo isto faz parte do ensinamento que nos passaram na infância e ao longo do nosso crescimento. É normal que estejamos também hoje, a passar aos nossos filhos. Principalmente em tempos mais difíceis com os que temos vindo a viver. Antes de aplaudirmos o Ter, sejamos apenas, um simples Ser. Quanto mais cedo nos forcarmos num ser, perceberemos que ter não é o mais importante. Claro que devemos transmitir aos nossos filhos e educandos que sem sonhos, objetivos e método manter-nos-emos como na casa de partida de um jogo de tabuleiro, sem movimento algum. Mas antes de Ter, Sejamos. A vida frenética que andamos a levar está a distanciar-nos de nós, da nossa família, do nosso círculo de amigos. Andamos a perder identidade abraçando as crenças que nos convenceram sobre felicidade. Aquilo que proponho nos próximos tempos, nuns breves instantes em família no final do dia, ao jantar, ou depois do banho, ou mesmo antes de os miúdos se irem deitar, é que encontrem formas de jogar e brincar, darem espaço ao lazer. Encontrar um jogo que funcione convosco, com a vossa família, com o qual se identifiquem e permita o vosso foco total, a vossa entrega uns aos outros. Brincar com palavras. Com números. Com charadas. Criar memórias e senti-las, sem se aperceberem tanto assim que estão novamente a desenvolver o vosso Ser.

Diálogo!

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Seu filho contava tudo para você quando era criança. Agora que é adolescente ele não conta nada. O que acontece quando você tenta conversar com seu filho, ele dá respostas curtas ou então começa uma discussão que transforma seu lar num campo de batalha.

Mas você pode aprender a conversar com seu filho. Primeiro, porém, veja dois fatores que podem contribuir para esse diálogo.

O Desejo.

Desejo de independência. Para se tornar um adulto responsável, seu filho precisa, por assim dizer, passar aos poucos do banco do passageiro para o do motorista e aprender a dirigir pelos caminhos tortuosos da vida. É claro que alguns adolescentes querem mais liberdade do que deveriam ter; por outro lado, alguns pais dão menos liberdade do que seus filhos poderiam ter. Isso pode resultar num cabo de guerra, causando muito estresse para os pais e para os filhos.

Abstrato.

Pensamento abstrato. Os adolescentes não pensam como as crianças. Para as crianças, tudo é preto ou branco. Já os adolescentes começam a enxergar tons cinzas. Esse é um aspecto importante do pensamento abstrato e ajuda os adolescentes a desenvolver bom critério. Por exemplo, para uma criança, o conceito de justiça é simples: ‘Mamãe partiu um biscoito e deu metade para mim, metade para meu irmão.’ Nesse caso, justiça se resume a uma fórmula matemática. Mas, para os adolescentes, esse conceito não é tão simples assim. Afinal, tratar um assunto com justiça nem sempre significa tratá-lo com igualdade, e vice-versa. O pensamento abstrato ajuda seu filho a tirar conclusões próprias sobre assuntos complexos. Mas isso tem um lado negativo: as conclusões dele poderão ser contrárias às suas.

O que fazer.

Tenha conversas descontraídas. Aproveite os momentos em que seu filho está mais à vontade para conversar. Por exemplo, alguns pais descobriram que os adolescentes se abrem mais quando estão fazendo alguma tarefa doméstica ou andando de carro, ocasiões em que estão lado a lado com os pais, não frente a frente com eles. — Princípio bíblico: Deuteronômio 6:6, 7.

Seja breve. Você não precisa dar um longo sermão para cada problema. Diga o que precisa ser dito . . . e pare por aí. Isso poderá surtir efeito mais tarde. Quando seu filho estiver sozinho, ele terá condições de pensar melhor no que você disse. Dê a ele a chance de fazer isso. — Princípio bíblico: Provérbios 1:1-4.

Ouça e seja flexível. Para ter uma visão completa do problema, ouça com atenção — sem interromper. Quando disser algo, seja razoável. Se você se apegar demais às regras, seu filho se sentirá tentado a procurar brechas. “É aí que os filhos começam a levar uma vida dupla. Eles dizem aos pais o que os pais querem ouvir, mas fazem o que bem entendem quando estão longe deles”, alerta Michael Riera num livro sobre comunicação com filhos adolescentes. — Princípio bíblico: Filipenses 4:5.

Fique calmo. “Quando discordamos, minha mãe fica ofendida com cada coisa que eu digo”, diz uma adolescente chamada Kari. “Isso só me irrita, e a conversa acaba virando uma discussão.” Em vez de perder a cabeça, mostre que você entende o lado do seu filho. Por exemplo, em vez de dizer “Isso não é nada!”, diga “Percebi que isso não está sendo nada fácil para você”. — Princípio bíblico: Provérbios 10:19.

Sempre que possível, dê orientação em vez de ordens. A habilidade do seu filho de pensar de forma abstrata é como um músculo que precisa ser exercitado. Então, quando ele tiver de tomar uma decisão, não faça o “exercício” por ele. Ao conversar sobre o problema, deixe que ele sugira algumas soluções. Depois, diga algo como: “Agora que você deu algumas opções, pense nelas por um ou dois dias. Depois podemos conversar sobre qual delas você prefere e por quê.” — Princípio bíblico: Hebreus 5:14.

Estes filhos desconcentrados!

 

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“Eles não se concentram”; “Já nascem a mil à hora”; “As pilhas nunca acabam”; frases como estas fazem parte do dia a dia de muitas famílias. Na minha entraram há quatro anos com a chegada do nosso pequeno polegar. Mas afinal o que acontece com esta geração? O que acontece com estas crianças que nascem na era dos “Touch screen”?

Serão todos hiperativos? Ou estamos a enlouquecer estas crianças com tanto estímulo? Temos uma geração de meninos e meninas que falam inglês, que sabem o abecedário de cor aos 3 anos, que sabem o nome de todos os dinossauros e mais alguns, que conhecem o mundo na ponta dos dedos, mas que em termos motores, não sabem correr, não sabem saltar ao pé coxinho, não conseguem desfrutar de tempo sem fazer nada….mesmo nada!

Estas crianças são invadidas com tanta informação visual que a nossa sociedade lhes dá desde que nascem que o seu cérebro não está preparado para a gestão de tanto estímulo, por isso dizemos que estamos a deixá-los loucos, o mais natural é que a sua capacidade de concentração se disperse, para dar atenção a muita coisa, acabando por não se conseguir concentrar no mais básico.

Em termos neurológicos, todos os processos percetivos influenciam diretamente os processos cognitivos, ou seja, se não conseguirmos captar corretamente as informações do meio, não conseguiremos compreender a informação e armazená-la de forma correta. Daí ser tão importante trabalhar a capacidade de concentração.

Outro grande entrave nestas crianças da nova era, é a socialização. Os tablets não têm rosto, não interagem, não expressam emoções, não frustram.

Como ajudá-los a parar e a ficarem mais concentrados nas pequenas coisas?

 

Passando pelos leões…

Muitas vezes nos encontramos na cova dos leões igual á Daniel da história bíblica…como ficamos quando somos nós que nos deparamos com leões em nossa frente querendo nos devorar.

Dá para imaginar pessoas achando uma maneira de aceita estar na cova dos leões, não dá, porque não fomos criados a enfrentar esses leões ou entrar em covas, mas tem determinadas situações que são necessárias passar pelos leões e por suas covas porque são nelas que crescemos, então em algumas ocasiões são necessárias para agirmos de maneira diferente, e até mesmo para colocar nossa fé em prática, colocar nossa confiança plena em Cristo Jesus, assim servindo de crescimento para nossa vida, e incentivando o próximo á acreditar que tudo é possível ao que crer.

Quando os leões estiverem em sua frente é hora de ver, crer e acreditar com fé que eles passarão, e quando isto acontecer, veja o quão fiel é Cristo Jesus aquele que vive e reina, e seja lá qual for o leão que estiver em sua frente CRISTO o acalmará.

Não á leão que Deus não amanse.

 

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